EXPERIÊNCIA COMPROVADA

A gente não apresenta ferramenta. Apresenta o que ela move no negócio.

Enabler é capacidade técnica: o que a RevDo. sabe construir e operar, pronto antes de qualquer projeto começar. Caso de sucesso é essa capacidade em campo — uma dor real, o que foi destravado e a que custo. Habilitador não é resultado: é o que torna o resultado possível — existe para empurrar um indicador de negócio, não para figurar num slide de arquitetura. RAG dá o conhecimento fundamentado, MCP alcança o dado onde já existe acesso limpo, RPA busca o dado onde não existe API, Plugins agem sobre isso, o Harness decide quando e como agir, o LLM Soberano define onde o modelo mora, e a Otimização transforma decisão de gente experiente em algoritmo auditável.

A plataforma

As sete capacidades não são sete provas de conceito isoladas: vivem juntas na plataforma de conhecimento e agentes da RevDo., maduras e testadas antes de qualquer projeto começar. Cada uma traz o ganho típico documentado para sua classe de tecnologia, com fonte.

E1

RAG · CONHECIMENTO FUNDAMENTADO

Resposta certa exige fonte certa, não modelo maior.

Infraestrutura completa de recuperação sobre os documentos internos do cliente — ingestão, chunking, embeddings, banco vetorial — otimizada pro volume real de dado, com informação sensível rodando dentro da própria infraestrutura, não em API de terceiro.

  • Respostas fundamentadas e rastreáveis, com citação de fonte.
  • Conhecimento interno vira ativo consultável — não fica preso na cabeça de ninguém.

Benchmark de mercado — não resultado RevDo.

Redução de 40% ou mais de alucinação & mais 10 p.p. de acurácia

quando a resposta é ancorada em fonte, vs. modelo sem recuperação — estudos setoriais 2024–2025 ¹

Sustentação — RAG bem feito exige manutenção da base, não só do modelo. Sem curadoria da indexação, a resposta fica boa por um tempo e depois desatualiza.

E2

MCP · INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS

O dado não muda de casa. O assistente é que vai até ele.

MCP Servers que conectam assistentes e agentes a cada fonte — legado, ferramenta moderna, planilha — sem duplicar dado nem reescrever sistemas, com automações de processo plugadas sobre a mesma conexão.

  • Fim da reentrada manual: o que já está pronto em algum lugar deixa de ser redigitado.
  • Aproveita o investimento existente — sem migração forçada de legado.

Benchmark de mercado — não resultado RevDo.

Erro de digitação de 1–4% dos campos para <0,1% & custo de processamento 70-80% menor

quando a reentrada manual é eliminada por integração/automação — benchmarks de indústria ²

Sustentação — cada legado tem sua letra miúda, e ela não desaparece com um conector: só fica visível. Documentamos as exceções em vez de fingir que não existem.

E3

RPA · AQUISIÇÃO AUTOMATIZADA DE DADOS

Nem todo sistema abre a porta. Construímos o robô que entra assim mesmo.

Robôs que simulam a interação humana com a interface — login, navegação, extração, preenchimento — onde não existe API, mais pipelines de aquisição que alimentam RAG e MCP com dado fresco, sem coleta manual.

  • Sistema sem API deixa de travar o projeto.
  • Erro de transcrição eliminado — o dado sai da fonte, não da memória de quem copiou.

Benchmark de mercado — não resultado RevDo.

Payback médio <12 meses & −35% de custo de processo & −60% no tempo de transação

Deloitte Global RPA Survey — empresas que implantaram e escalaram RPA ³

Sustentação — o robô quebra quando a tela do outro lado muda. Não é configurar e esquecer: precisa de monitoramento e gente pronta pra reagir.

E4

PLUGINS · SKILLS, HOOKS E INSTRUÇÕES

Plugin não responde. Executa.

Biblioteca própria de plugins — cada um com skill, hooks de acionamento e instruções que o assistente segue antes de agir, não depois. Cada caso novo que o time encontra vira ativo reutilizável do sistema.

  • Mesma tarefa, mesmo jeito — padronização entre times, menos retrabalho.
  • Escala sem headcount linear: o processo vive no sistema, não na memória de alguém.

Benchmark de mercado — não resultado RevDo.

60–70% do tempo das equipes está em atividades automatizáveis com IA generativa

McKinsey, "The economic potential of generative AI" ⁴

Sustentação — mais plugins é mais superfície pra manter. Cada skill tem dono e critério de desligamento — nada fica ativo "porque sim".

E5

HARNESS · ORQUESTRAÇÃO DE AGENTES

Ferramenta não decide sozinha quando usar ferramenta.

A camada que comanda as peças: decide qual skill acionar em cada situação, confere o resultado antes de seguir, mantém o estado de tarefas longas e sabe a hora de parar e chamar um humano.

  • Erro visível, não silencioso — quando o agente trava, alguém sabe na hora.
  • Base pra crescer o número de skills sem multiplicar o risco de operação.

Benchmark de mercado — não resultado RevDo.

Agentes sem orquestração "resolvem" 45% no papel, mas só 14% de verdade — com escopo e verificação, a resolução real chega a 55–70%

benchmarks de deflection vs. resolução em atendimento com IA ⁵

Sustentação — harness exige observabilidade: logar toda decisão do agente, não só o resultado final. Sem isso, quando ele erra, ninguém sabe o porquê.

E6

LLM SOBERANO · MODELO NA INFRA DO CLIENTE

O modelo mora onde o dado mora.

LLM rodando localmente, dentro da infraestrutura do cliente — sem dado sensível saindo de casa e sem pagar token de LLM de mercado a cada consulta no volume recorrente.

  • Soberania e conformidade: o dado de produto e de cliente não atravessa API de terceiro.
  • Custo marginal por consulta próximo de zero no uso recorrente.

Benchmark de mercado — não resultado RevDo.

50% das empresas apontam segurança/privacidade como barreira nº 1 da adoção de GenAI

o modelo soberano remove a barreira em vez de contorná-la — pesquisas Deloitte/K2View ⁶

Sustentação — modelo local exige infra dimensionada e ciclo de atualização gerido. Não é instalar e esquecer: é operar.

E7

OTIMIZAÇÃO MATEMÁTICA · DECISÃO POR ALGORITMO

Decisão que era intuição vira critério auditável.

Motores de otimização — algoritmos genéticos, simulated annealing, heurísticas sob medida — para problemas de alocação, sequenciamento e rota com múltiplas restrições simultâneas: prioridade, competência, janela de tempo, capacidade.

  • A decisão sai da cabeça de quem monta a escala ou o plano e vira critério explícito.
  • Cenários what-if comparáveis lado a lado antes de comprometer a operação.

Benchmark de mercado — não resultado RevDo.

Rotas: de 15 a 30% menos de km rodado & Produção: −20% de lead time e +20-30% de eficiência de ciclo

benchmarks de roteirização de frota e de sistemas APS de planejamento ⁷

Sustentação — o modelo só é tão bom quanto o dado que o alimenta. Sem status atualizado da operação, a otimização vira sugestão, não decisão.

Onde cada enabler já foi a campo

Cruzamento dos sete enablers com os sete casos de sucesso
Enabler/Casos C1 C2 C3 C4 C5 C6 C7
E1 RAG usado usado usado
E2 MCP usado usado
E3 RPA usado usado
E4 Plugins usado usado usado
E5 Harness usado usado usado
E6 LLM Soberano usado usado
E7 Otimização usado usado usado

C1 - Operação de e-commerce ponta a ponta | C2 - Planejamento de produção | C3 - Rota para field service | C4 - Assistente Corporativo Soberano | C5 - SaaS de impressão 3D (engenharia de produto, sem enabler de IA) | C6 - Marca embarcada | C7 - Celeridade (a plataforma inteira).

Fontes dos benchmarks

  1. Estudos setoriais de RAG (2024–2025): frameworks multi-evidência registram redução de alucinação superior a 40% (Frontiers in Public Health, 2025); acurácia de 80,1% para 91,4% em instruções médicas e eliminação de alucinações (8% → 0%) em consulta radiológica com modelo local (PMC/MDPI Electronics, 2025).
  2. Benchmarks de indústria para entrada manual de dados: erro médio de 1–4% por campo, corrigir custa US$ 10–100 por erro; automação reduz o erro para <0,1% e o custo de processamento em 70–80% (Lido, DigiParser, Parsli — compilações 2025–2026).
  3. Deloitte Global RPA Survey / Intelligent Automation Survey: payback médio de ~12 meses em implantações escaladas, redução média de 35% no custo de processo, −60% no tempo de transação, 90%+ reportando ganho de qualidade e conformidade.
  4. McKinsey & Company, "The economic potential of generative AI: the next productivity frontier" (2023): IA generativa endereça atividades que ocupam 60–70% do tempo das equipes.
  5. Benchmarks de deflection vs. resolução em atendimento com IA (Zendesk CX Trends; Decagon, DevRev, eesel — 2025–2026): GenAI atinge 40–60%+ de deflection; sem verificação, a resolução real fica em ~14%; com escopo e base curada, 55–70%.
  6. K2View GenAI Adoption Survey (2026): 50% citam segurança/privacidade entre as maiores barreiras; Deloitte (2024): ~75% dos profissionais colocam privacidade de dados no top-3 de preocupações com GenAI; TrustArc (2024): 70% das empresas classificam IA como preocupação de privacidade importante.
  7. Roteirização de frota: 15–30% menos km rodado, 15–25% menos combustível (Verizon Connect Fleet Technology Trends; Geotab; NextBillion — 2024–2026); planejamento APS: −20% lead time, −15% custo de estoque, +20–30% eficiência de ciclo (PlanetTogether, Siemens, CADDi — compilações de indústria).

Qual dessas capacidades resolve o que está travado hoje?

Quinze minutos e sem slide de venda. A gente diz se faz sentido seguir — e porquê.

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